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21 novembro 2013

O vídeo que deixou as mulheres arrepiadas e os homens de cabelo em pé!

Quem ainda não viu o vídeo sobre o mais criativo pedido de casamento do mundo? Para quem não viu tem aqui a hipótese de ver! Mas aviso desde já que se é mulher vai-se arrepiar, suspirar, sonhar e até, eventualmente, ficar com uma pontinha de inveja... Já se for homem vai ficar de cabelo em pé, provavelmente não vai ter paciência para ver até ao fim, vai achar bimbo e pensar "espero que a minha namorada/futura mulher, nova/mulher não veja isto!"

Sim, porque o pedido é fantástico, mas obrigou a muito pensamento e criatividade, a muito romantismo e emprenho e a bastante trabalho (para além de meios, produção e dinheiro)! Para as mulheres um sonho, para os homens "demasiado feminino, ridículo e bimbo" - dirão eles da boca para fora...

Um pedido único e irrecusável que só pode ser para um casamento que dure toda a vida! Já pensaram o que é por infortúnios da vida este casamento, que será com certeza de sonho (eles parecem ultra apaixonados e contentes), não resultar e alguém ser a seguinte??!!!??? OMG!

Gostei! Achei muito giro! Grande ideia!
Para quem for mulher e tiver ficado com um bocadinho de inveja, uma dica: Deixe-se disso! Ser pedida em casamento, mesmo que da maneira menos romântica do mundo, não deixa de ser romântico... É sempre uma prova de amor... Ou não andasse grande parte do universo masculino a fugir desta palavra como diabo da cruz!

Até ao próximo post,
Dó.


06 junho 2013

Casa: Comprar ou arrendar?

Quando, há uns anos atrás, saí do ninho dos pais, optei por arrendar casa. Os motivos foram diversos mas, acima de tudo, foi a casa que se impôs. Vi uma casa e disse "Tenho que morar aqui!" e como a dita casa estava para arrendar, nem se levantaram questões.

Assim que comecei a dizer à familia e amigos que tinha arrendado uma casa, vieram os comentários... "Vais alugar?? Mas estás a pagar uma casa que nunca vai ser tua!", "Mas vais pagar mais por mês do que pagarias de empréstimo!", etc, etc, etc... Na altura quase toda a gente criticou a minha escolha. Os anos foram passando e as opiniões foram mudando... Hoje em dia já não é raro ouvir "Se eu soubesse o que sei hoje não tinha comprado casa...". Não pretendo com este post tentar convencer ninguém de que arrendar é melhor que comprar ou vice versa. Na minha opinião, ambos têm vantagens e desvantagens e a decisão tem que ser tomada por cada um consoante as condições que se apresentarem no momento.


Tenho vários amigos que sempre alugaram e sempre gostei da forma como faziam referência às várias casas ou aos vários sitios em que já viveram. Identifico-me com esse modo de vida e sempre o quis para mim. Esse é um factor. Mobilidade!!! Hoje estou aqui, amanhã estou ali! Não que isso não se possa fazer quando se compra casa, mas convenhamos que é mais complicado...

Outro factor importante é o facto de, estando no inicio de carreira (saí de casa pouco depois de começar a trabalhar), não me querer/poder comprometer com um empréstimo que desse para pagar uma casa em que eu gostasse de viver, num sítio em que eu gostasse de viver! Há sempre a hipótese de ficar em casa dos pais até mais tarde (o que até é óptimo para poupar dinheiro), mas isso já parte do feitio de cada um... Eu sempre adorei a minha independência!


Estou a pagar por uma coisa que nunca vai ser minha. Sim. Estou preocupada com isso? Não. Entendo que pago pelo usufruto e ao menos sei sempre o que vou pagar, não tenho IMI, obras, condominios, etc... Ah! Pois, nem um empréstimo no banco até aos 70!! A grande desvantagem? A personalização "can only go so far"... Posso pintar paredes, mas não posso parti-las!

Se vou arrendar toda a vida? Não sei... Até me imagino a comprar casa, mas será A casa e não uma casa... Terá que ser A casa em que me vejo a envelhecer... ou então uma casa de férias! :p

Enfim, pensem o que é melhor para vocês em cada altura e não se deixem desanimar pelos comentários alheios (alheados da realidade??). Arrendar não é necessáriamente uma solução definitiva, bem pelo contrário. E podem sempre usar argumentos como "No estrangeiro toda a gente arrenda" ou ainda, a minha favorita "Vais viver junto antes de casar para experimentar, mas metes-te num emprestimo a 50 anos sem experimentar antes??".

A nossa casa é onde vivemos felizes, não onde diz a escritura...

Mi.

*foto: Google

14 março 2013

É rápido, é barato e dá milhões... de boa disposição e cultura!


Eu gosto de teatro! Ele até gosta de teatro! Ela aprecia teatro! Eles não têm paciência para teatro.

Como tantas vezes ouvimos, as salas de teatro até têm público. O problema é que, por vezes, são as moscas que se deleitam com as peças que os actores passaram meses a ensaiar sobre o olhar atento dos encenadores.
As desculpas para tal são inúmeras, mas as mais comuns de ouvir são: "É chato", "é muito longo", "é caro"!

Quanto às duas primeiras nada a dizer. Há realmente peças demasiado longas e há realmente outras, ou até as mesmas, demasiado enfadonhas. Mas não generalizemos... Estas são talvez a excepção. Compreendo que nem todos tenham paciência para Shakespeare ou Eurípedes. Para mim também não é o género preferido, apesar de já ter representado Shakespeare num curso de férias em Inglaterra e de uma das melhores peças que vi ter sido "Eurípedes para duas mulheres"! Mas focando e voltando ao essencial, existem peças de teatro fantásticas. 

Quanto à terceira desculpa, que até percebo, ainda mais em altura de crise, convenhamos que os actores, se não fizerem televisão, não vivem propriamente bem. E para além de terem as necessidades normais de qualquer ser humano como comer, vestir, pagar as contas etc, ainda têm de manter uma estrutura, o próprio teatro (fisico).

Acredito que o teatro pode tornar-se um vício, mas para isso é preciso ir ou voltar a ir. E uma amiga apresentou-me a solução ideal. Rápida, barata e dá milhões... de boa disposição e cultura. Falo do Teatro Rápido. É logo ali no Chiado, o que permite dar uma voltinha no Bairro a seguir. É rápido, cada peça dura cerca de 15 minutos e barato cada quarto de hora de espectáculo só custa 3 euros.

O conceito não podia ser mais interessante. Entra-se compra-se os bilhetes que se quer e espera-se no bar. De 15 em 15 minutos peças novas. 4 normalmente. São quatro salas. Uma senhora chama: "Sala 2". Os espectadores para esta sessão juntam-se para ouvir a lengalenga "Por favor, não falem nos corredores e desliguem os telemóveis. Sentem-se nas cadeiras, se não chegar podem sentar-se no chão!". Logo... ambiente altamente descontraído e o resto senso comum... Se há 4 salas não se deve fazer barulho ao passar e os telemóveis...

E pronto... Segue-se esta Senhora simpática e em 15 minutos vê-se uma actuação tão rápida que até parece que só passaram 5.

Todos os meses o tema é diferente. Em fevereiro era o Amor. Este mês "Em nome do Pai". Para quem ficou interessado, pode consultar todas as informações aqui

Bons espectáculos,

Dó
P.S: Pode ser que ainda nos encontremos por lá... Quero ver os deste mês!



12 fevereiro 2013

Dia de puro amor ou de puro consumismo?

Nem sei por onde começar este post... Há tanto a dizer e não quero fazer um texto demasiado grande ou massudo. Por isso, vou tentar ser sucinta e sem mais delongas...

Dia dos namorados ou de São Valentim e as pessoas:
Existem vários grupos no que concerne a atitude das pessoas relativamente a este Dia. No entanto,  existe um elo comum geral (embora generalizar nunca seja bom e embora existam honrosas excepções): A generalidade das pessoas não sabe o significado deste dia e porque ele surgiu ou o porquê de Valentim ser o Santo dos Namorados. A explicação é simples, lógica, razoável e surge duma história real (foi adaptada e re-adaptada, mas deixo aqui a versão reduzida e simples).




Era uma vez um Bispo Valentim que viveu há muitos, muitos anos, na época do Imperador Claudio II. Um Imperador muito empenhado na guerra e que achava que a forma de a vencer passava por ter muitos soldados solteiros. Para ele, os solteiros guerreavam melhor e por isso proibiu os casamentos. Mas o Bispo era defensor do amor e casou os apaixonados até que foi descoberto e condenado à morte. Enquanto preso, recebeu flores e cartas da população que não deixara de acreditar na força do amor. O Bispo Valentim apaixona-se no cativeiro pela filha cega do carcereiro e milagrosamente fê-la ver. Antes de ser executado Valentim ainda lhe consegue fazer chegar uma carta assinada como "Seu Valentim", ou seu namorado. Morre a 14 de Fevereiro e a Igreja Católica vem a torná-lo Santo. Não é um final feliz na terra, mas quem sabe não é noutra vida...

Ora, voltando às pessoas. Existem dois grupos base: Os que celebram e os que não celebram este dia.

-Os que celebram: São namorados, juntos ou casados.
De entre estes encontram-se dois géneros. 
Aqueles que celebram porque sim. Porque é dia dos namorados e tem de ser. Podem dar presentes grandes ou pequenos, mas fazem-no não pelo romantismo, mas para não ficarem mal... Os homens para elas não chatearem, as mulheres para contarem às amigas... 
E os outros, aqueles que celebram porque acham romântico. Normalmente, não dão presentes descabidos, mas sim um jantar romântico e uma flôr... Normalmente a rosa vermelha pelo seu significado e por ser consensual.

Os que não celebram: São namorados, juntos, casados e solteiros.
-Os solteiros não celebram porque são solteiros. No entanto, comum ver grupos de amigas neste dia... Jantam fora, divertem-se, bebem uns copos e fingem entre si e para si não se importarem com a data e até gostarem de ser solteiras... Ok, ok... há quem goste... mas a maior parte...
-Todos os outros. Ou não celebram porque não ligam à data - Já têm a sua, mais íntima (a data em que começaram a namorar, em que deram o primeiro beijo, em que foram viver juntos, em que casaram (sendo que normalmente umas datas vão-se perdendo a favor das outras mais recentes ou/e importantes)! - ou não celebram porque um dos elementos do casal acha ridículo. Normalmente é o Homem, mas a mulher diz às amigas que não celebra porque é ridículo, porque tem a sua data, porque esta é uma criação do marketing...

Sim, a questão é essa... Afinal porque celebram o dia dos namorados se a maior parte das pessoas nem sabe na realidade o seu significado? Porque o marketing tem força? E quando a crise é mais forte que o marketing? Então nesse caso pode ser interessante perceber o significado do dia e apanhar uma flor em vez de comprar, fazer um jantar à luz de velas em casa, dar um carinho inesperado e pegar numa folha em branco e enchê-la de palavras... Aquelas palavras que pela força do quotidiano não dizemos tantas vezes quanto devíamos.

E eu? Sim, sei que estão a perguntar em que grupo se enquadra esta que tem a mania que faz análises certíssimas?
Ora, na realidade estou algo no meio... Já comemorei o dia dos namorados com o meu marido, antes e depois do casamento. Já trocámos presentes mais ou menos caros, mas também já houve anos em que não comemorámos... Quer dizer... quando nos apercemos que estávamos nesse dia fizemos um jantarinho mais caprichado... Este ano, se tudo correr bem e se o baby ficar com os avós, temos cinema agendado e um jantarinho... Bem ao estilo dos namorados, certo?

Dó.

31 dezembro 2012

As sugestões de... Ano Novo!!



Livro de cabeceira | "Serenidade todos os dias"

Álbum preferido | "Desfado", de Ana Moura


Melhor local para almoçar |
 Na praia, para começar bem o ano!!

Melhor local para jantar | Com família e amigos, num sítio com uma vista magnífica sobre a cidade!!


Destino favorito de férias | Portugal, de norte a sul!!

Marca preferida | A portuguesa..
 
Marca portuguesa | Portugal


Melhor sitio para fazer compras | A Vida Portuguesa

É louco por | Novas experiências!!



A Dó, a Mi e a Sol e o Dó Mi Sol notas desejam

 a todos um Excelente Ano Novo, cheio de 

AMOR!!




*Fotos: Inspiration is Bliss

13 novembro 2012

The Walking Dead: Muito além dos zombies!

Zombies andam por aí. Mordem os poucos vivos que ainda existem. Vivos mordidos transformam-se em zombies!... Pior: Vivos que morrem sem serem mordidos também passam a deambular em busca de carne fresca e viva. Assustador!!!

Assustadora é a palavra que várias amigas usam para descrever a série que, muitas vezes, na realidade, nunca viram... Mas pensam que, tendo zombies, não é o seu género. 



No entanto, a série, que quarta-feira pelas 22h e tal me delicia e deixa pregada ao canal Fox, tem batido todos os recordes de audiências de cabo nos países onde é transmitida... E não é para menos! Ao fim de cada episódio a sensação de pouco fica no ar. A vontade de ver mais é incontornável... E, nesse dia, mal se dorme a pensar como será o próximo episódio. É que o nome, apesar de descrever literalmente parte fundamental desta saga, deixa muito a desejar. Sim, porque a série é feita de mortos que, em vez de "dormirem nas suas campas", andam por aí a aterrorizar os vivos e a semear o caos. No entanto, cada episódio apresenta muito mais que isso. Mostra a humanidade nua e crua. O desejo de sobrevivência, a forma como reage perante as adversidades, o homem bom, que, apesar de ser bom, age como um vilão ao deixar para trás semelhantes atirados às feras ou, neste caso, aos zombies. Tudo, tudo para proteger os seus, o seu grupo (de vivos)!

O último episódio transmitido na quarta-feira passada foi mais longe. Nele assistiu-se à derradeira prova de amor e generosidade. Lorrie - para quem não conhece, mulher do líder do grupo (muito mais haverá a dizer sobre esta personagem e todo o enredo à volta da mesma, mas para quem conhece... quem não conhece deverá ver as primeiras temporadas) - que estava grávida em terra de zombies, entra em trabalho de parto. Ao perceber que não iria correr bem, pede que lhe salvem o bebé sabendo que isso implica a sua morte. O filho mais velho, uma criança/adolescente, promete à Mãe que será forte... É ele, aliás, que, num derradeiro acto de coragem, dá um tiro na mãe já morta para que esta não se venha a transformar!

Amanhã um novo episódio não sobre a morte, mas sobre os sobreviventes deste holocausto trará, com certeza, mais acções nobres, desesperadas, amigas, bondosas ou menos bondosas e agora até algo ditatoriais daqueles que querem recomeçar a viver enquanto seres humanos numa sociedade refeita!

Ah... e só mais um conselho: É sempre bom ter o máximo conhecimento possível sobre ETs, Zombies, vampiros, lobisomens, bruxas, espíritos, "you name it"... já que, apesar deste tipo de coisas nunca surgir em Portugal, nunca se sabe qual o dia de amanhã ;)

E com esta vos deixo, ansiosa pelo dia de amanhã para saber como os vivos vão continuar a sua cruzada, agora com um recém nascido sem mãe, pediatra, leite em pó ou ama de leite!

Dó

P.S: O que teria feito eu, com um filho de quase um ano, sem pediatra e leite em pó???? OMG!

11 outubro 2012

(Des)casamento de uma geração!

Conversa para aqui, conversa para ali. Meia noite e ainda ao telefone com uma das minhas grandes amigas um pouco mais velha que eu (já alcançou os 40 ou os novos 30, como se costuma dizer). Eis quando me diz: "das amigas da minha idade só uma ainda não se divorciou!"... Divorciou no sentido lato da palavra, queria ela dizer! Ou seja, tanto dava para casadas como para juntas (a mesma coisa, mas sem papel passado)!

E foi continuando: "Acontece mais depois de termos filhos... Deixamos de tolerar determinadas atitudes..."



Pus-me a pensar, agora que já sou Mãe de um bebé (LINDO) de 10 meses. Nisso ela tem razão, tornamo-nos menos tolerantes, mas daí ao divórcio ou separação ainda vai um passinho, ou não?

E os pensamentos foram vindo em escalada... Afinal porquê tal taxa de divórcios, afinal como é que a esta minha grande amiga só restava uma amiga que nunca se tinha separado? Aliás, ela própria vive sozinha com os filhos... Antigamente isto não era assim, pois não?

Será porque hoje em dia já não existe o estigma da separação (ou pelo menos não tão grande quanto era)?
Será por as mulheres se terem emancipado e já não dependerem do Senhor da Casa? Talvez, mas isto, com certeza, é só um dos factores!
Será por não compensar ao nível das finanças ser-se casado? Bem, em determinada altura, vários casais divorciaram-se por questões monetárias, mas continuaram juntos... E ainda por cima hoje em dia há quem não se divorcie porque meter estes papeis também sai caro!
Será porque as pessoas têm menos paciência? Para mim aqui está o factor chave! Não que pense que alguém deva viver infeliz e a "bater com a cabeça". Não! Acho que quem não está bem deve fazer por ficar melhor!
 
Penso, todavia, que nesta sociedade alucinante as pessoas têm tantas preocupações que, por vezes, deixam de se preocupar com o essencial, o AMOR! E se as chatices são grandes (às vezes nem assim tão grandes), a saída? Saltar fora!
 
Bem... deixo-vos com estes pensamentos que me assaltaram... Com estas dúvidas de respostas parcas... E na esperança que estejam muito felizes nas vossas relações, mas, acima de tudo, nas vossas vidas.

Dó.

P.S: Se tiverem outras ideias, não se imiscuam de partilhar!

* Foto: Google