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18 maio 2015

Mães, Não faz mal admitir que... #3#

Fazer uma pausa (com ou sem kit kat) é tarefa impossível quando se tem uma criança pequena. Convenhamos que mesmo com marido em casa ou empregada... naquele momento, aquele em que pensamos vou sentar-me aqui 5 minutos (só 5 minutos) ouve-se uma voz ao fundo que vai subindo em crescendo "Mãe, Mãe, Mãe... ó Mãe!" E se não é "Mãe", é "Mamã" e se não for nada disto é um choro que só pára com o aconchego do colo materno!


Levantamo-nos, caso nos tenhamos chegado a sentar, e tratamos das necessidades que o pequeno possa ter naquele momento. De todas... (pensamos nós). Tudo feito... Vamos sentar-nos só 4 minutos, mas ainda nem 30 segundos passaram e surge uma nova onda de "Mãe, Mãe, Mãe... ó Mãe!" ou de "mamã" ou de choro, consoante a idade e a fala! Lá vamos nós outra vez... 
Cansadas muito cansadas e já sem espaço próprio... A precisar de 5 segundos com o silêncio dos nossos pensamentos, encontramos um novo refúgio sagrado. A casa-de-banho... De porta trancada pensamos: "Aqui não me chateiam" até ouvirmos baterem à porta enquanto gritam "Mãe, Mãe, Mãe... ó Mãe!" ou "mamã" ou simplesmente um buáááááá!

E nesse momento pensamos: Chega. Preciso de sair!

Não há mãe que não passe por isso e não significa que ame menos o(s) seu(s) filho(s) por assim pensar.

Não faz mal admitir que precisamos de tempo para nós, que precisamos descansar, regarregar baterias e pensar em silêncio (antes das 23h de preferência)!

Espero que consigam os vossos 5 minutos (não de fama, mas de sossego),

Dó.

P.S: E já sabem que há outras coisas que não faz mal admitir. Duas já falei. Podem ler aqui e aqui.

12 maio 2015

Mães, Não faz mal admitir que... #2#

Se há questão dogmática no papel de mãe de recém-nascido é a da amamentação.
Mal se fala em alimentar os pequenos levantam-se vozes entusiasmadas (às vezes um bocadinho altas de mais) a defender o leite materno e o próprio momento de amamentação.
Todas sabemos - está provado - que o leite da mãe é o mais benéfico para as crianças (tem defesas e nutrientes que nenhum pó à venda em farmácia ou no supermercado conseguem replicar), todas sabemos que é um momento único, aquele em que o bebé está encostado ao peito da mãe (até porque só a mãe o pode fazer, o pai fica de fora)... todas sabemos isso tudo, mas nem todas se dão bem com esta fase.

É bom saber que os estamos a alimentar, que dependem de nós, que não precisamos de nada nem ninguém para os fazer crescer? Claro que sim, mas pode doer. E dói física e psicologicamente mais ainda quando por muito que tentemos o nosso leite não é, pura e simplesmente, suficiente. Tentamos de tudo e ouvimos todos à volta a dizer que é essencial que tem de ser, que o bebé X mamou quase até à puberdade (bem, na verdade ainda o fazia já com dentes - o que devo confessar me faz alguma confusão), mas o leite não vem. Pelo contrário desaparece.

E se deve entrar aí algum complexo ou tristeza e insistir loucamente para que nos tornemos apenas chupetas abundantes e não mais que isso, pois na verdade não há leite? Claro que não!
Então não faz mal admitir que o meu filho é um bebé leite artificial, suplemento, ou o que queiram chamar! Convém todavia dizer que foi muito amado em cada momento que eu, o pai, a avó, as amigas (sim, porque vários participaram na sua alimentação) lhe deram o biberão. Convém referir que cada colher de pó era colocada com um carinho (e cansaço extremo) na água aquecida qb com o maior dos cuidados para que ele comesse, crescesse e se tornasse num bebé/uma criança saudável, inteligente, esperta e cheia de energia. Ah... e tão agarrada à mãe como qualquer outra.

Por isso, não faz mal admitir que usei leite artificial!

Dó.


24 abril 2015

Não faz mal admitir que... #1#

Como sou mãe e falo com mães regularmente, resolvi fazer uma série de posts sobre algumas questões que nós, mães, muitas vezes temos pudor (diria) em assumir, mas que, na verdade não têm mal nenhum, até porque não há mães perfeitas ou a haver são muito poucas (eu não conheço!)... Aliás, se calhar até há muitas mães perfeitas, se partirmos do principio que a Mãe perfeita é aquela que faz tudo o que acha ser o melhor para o(s) filho(s)!
 
Nesta primeira série de posts, sem periodicidade ou seguimento, falo-vos da gravidez. Porque não faz mal admitir que... Odiei estar grávida.

Eu simplesmente não gostei nada... Sempre quis ser mãe, pelo menos desde que me lembro enquanto pessoa, mas não me dei bem com a gravidez.

9 meses de pânico. Será que esta tudo bem? Semanas infindáveis de um peso extra com tal pressão na barriga que era um incomodo constante! Pontapés que magoavam e falta de pontapés que levava a inquirir se estava tudo bem! Consultas que nunca mais acabavam  e mil análises com medo de agulhas, ecos muito giras a ver mãos e cabeça (quando se consegue perceber), mas pejadas de medos e com um enorme alivio final, diabetes gestacional e, como tal, fome!!!

Se valeu a pena? Claro! Se o meu filho é a coisa mais importante da minha vida? Sem duvida! Se para o ter voltaria a passar por tudo? Óbvio! Se o estado para mim foi de graça? Ele ter nascido foi, a gravidez foi mais estado de desgraça!



Bem sei que há quem passe muito bem e adore... Ainda bem! Não foi o meu caso e admito, porque sou humana: Odiei estar grávida!


01 maio 2013

Crianças activas, crianças felizes!

É impressão minha ou os miudos agora nascem já com um "chip" diferente? Aos 2 ou 3 anos usam tablets e os telemóveis já não têm segredos, enfim, "dominam" a tecnologia... É assustador! Por outro lado, a oferta televisiva é enorme. Quando eu era criança havia a tão ansiada hora dos desenhos animados, agora há nem sei quantos canais dedicados aos mais pequenos 24h por dia.

Em paralelo, brincar na rua deixou de ser uma opção... Os pais bem fazem um esforço para levar as crianças ao parque, mas com o ritmo em que vivemos, a maioria não consegue passar tanto tempo a brincar com os filhos como gostaria.

E porque é que vos falo nisto... Tenho uma amiga farmaceutica que no outro dia comentou comigo que nunca vendeu tantos medicamentos para a hiperactividade como agora... Levantei o tema em várias circulos e em todos alguém conhecia pelo menos um caso de crianças ditas hiperactivas, com sindrome do défice de atenção ou coisa do género.

Ora se nós, adultos, precisamos de gastar energia, as crianças mais ainda! Se tantas vezes sentimos falta de concentração, imaginem uma criança! Será que este surto de hiperactividade não se deve apenas ao estilo de vida de tantas crianças? Ao facto de não correrem, não gastarem energia? Será que não se resolvia o problema com desporto, em vez de medicamentos? Não quero aqui apontar o dedo a ninguém, não sou mãe e mesmo assim não tenho tempo para nada, por isso compreendo perfeitamente que os pais quando saem dos empregos e vão buscar as crianças as ponham a ver televisão para conseguirem fazer jantar, tratar da roupa, etc., mas confesso que tudo isto me assusta... Onde é que este mundo vai parar??

Toca a mexer!

Mi.

19 março 2013

Fase das birras, dos guinchos e de atirar coisas para o chão! OMG!

Pois é... quem tem filhos tem cadilhos ou, pelo menos, em determinada altura, birras, guinchos e objectos voadores! E nem no dia do pai isto altera!


O meu está com 15 meses e é um doce (dá festinhas, beijinhos e abraços e leva-nos com as suas caras reguilas/fofas), mas também é obstinado e gosta de uma pequena birra quando não tem o que quer, normalmente a pá, a vassoura, a rua, a água -seja da piscina ou da torneira!

Para além das birras adora atirar coisas para o chão (na verdade esta parte já acontece há uns meses) depois fica à espera que lhe devolvam o objecto perdido. Li algures ou disseram-me que isto era a forma dos bebés se sentirem superiores. E que até é importante para um desenvolvimento normal, mas quer dizer, apanhar uma vez ainda vá, agora 10???!!!???

Acresce ainda os guinchos!!! OMG!!! Não se aguenta. Guincho estridente para aqui e guincho estridente para ali! Um chamar de atenção, como é óbvio!
E o que fazer? Para todas as  pessoas à volta é óbvio.  A frase recorrente é "Tens de contrariar, não podes deixar!" Pois... ora isso sei eu! Mas o que fazer?

Perguntei ao pediatra e ele respondeu: "Ignorar". E explicou tudo isso são chamadas de atenção. Se a pessoa ralhar, na realidade está a falar com ele, a dar importância. Mas até que ponto e até quando não se deve ligar? E se ele começa aos guinchos num restaurante???!!!???
Bem, devo dizer que ele não é de todos dos piores, portanto vou seguir esta técnica e ver o que dá... Mas se alguém tiver melhor solução...

A ignorar um ou dois guinchos, despeço-me,


P.S: Parece que depois ainda há a fase de baterem neles próprios e nos Pais... Se passar por esta, tento dizer-vos como contornar!

*Foto: Google

04 janeiro 2013

O Natal é quando um homem quiser, em Óbidos é até dia 2!

Se o Natal é quando o Homem quiser, a verdade é que visitar a Vila de Natal só foi possível este ano até dia 2 de Janeiro.

Eu estive lá com o meu mais que tudo e uma amiga... Daquelas amigas que, como eu, está sempre pronta para programas infantis! Bora ao Oceanário? Bora! Vamos ao Jardim Zoológico? Vamos! À Vila de Natal? Estamos a caminho!



Lá fomos... O pequeno com um ano adora tudo o que é confusão! Portanto adorou!!! Eu? Acho que vale a pena voltar com ele mais velho, numa altura em que já possa andar nos escorregas, ver o espectáculo de marionetas com mais atenção... Acho que ir a Óbidos vale a pena pelo passeio, pelo ar pitoresco das casas, o ambiente simpático e o Castelo.

Quanto à Vila de Natal, se calhar por ter expectativas um bocado altas - exageradas mesmo - fiquei um bocadinho decepcionada! Neve artificial só na parte que aparece nas reportagens e que diz Vila de Natal, casas de gengibre não existem e o Paço de Natal não passa de uma casa com alguns móveis velhos e um Pai Natal ultra simpático, mas que é um jovem com barbas... Sem duendes, nem fábrica de brinquedos :(

Mas pronto... Na verdade, para o ano lá estarei... a ver os adultos beberem ginginha em copos de chocolate e os miúdos comerem chocolates e a andarem de carrossel, escorrega, paredes de escalar, a ver espectáculos de marionetas ou o Pai Natal, mesmo que jovem...

Ah... de referir que havia uma exposição da Lego simplesmente fantástica... Metros de peças de diferentes cores, que se transformavam em cidades, aeroportos, jardins, you name it...

E porque o Natal é quando uma mulher quiser, fiquei a sonhar com uma viagem à Lapónia, mesmo que noutra altura do ano! ;)

Dó.

20 dezembro 2012

Gugu dadá ou bebelês!!!

E quando os "piquenos" chegam à fase do Gugu Dadá???

O meu está com um ano. Já diz várias coisas há muito tempo (como Mãe desde os 7 meses - um orgulho)... depois diz "Mé" que siginifica meu, "dá tá" que se traduz por já está, papa, não ou nã, nã, nã, "ma mão" que é ão ão, ou seja, cão, batata...

Mas muito mais diz ele e de forma bastante incisiva sem eu nada perceber!!! É aquilo a que chamo "bebelês". Uma lingua estranha para nós adultos, mas que na realidade já falámos e que, não se sabe bem porquê, perdemos a capacidade de reconhecer...

Claro que eles, os nossos mais que tudo, devem estranhar e pensar "esta gente é toda burra"... "Estou farto de repetir, berrar e até já apontei e nada???" E nós com muita paciência continuamos a tentar perceber o que eles querem e, às vezes, a rir do seu ar incisivo ou indignado!


Uma coisa vos digo se existe dicionário de "bebelês" acho que o gigante "tipo da verbo" pertende à Mãe e o mais pequeno "tipo de bolso" ao Pai... É que mesmo sendo ultra presente, os homens são um bocadinho mais distraídos, certo?

Bem... Se estão na fase do Gugu Dadá como eu, boa sorte a aprender bebelês e não se esqueçam que é tarefa ingrata. Quando finalmente deciframos o que quer dizer determindo som, passam-nos a perna e dizem a palavra correcta... Uns sacaninhas!!!!

Agora só um apontamento um bocadinho mais sério. Há bebés que falam cedo e outros mais tarde... Há até bebés que não dizem nada até tardissimo e, de repente, começam com um chorrilho de palavras... Isto nada tem a ver com serem mais ou menos inteligentes... Uns estão mais virados para uma coisa, outros para outras... E não esquecer o famoso ditado "Ao 1 andante, aos 2 falante"!

Dó.

29 novembro 2012

O meu bebé tem o rabinho assado, e agora?



Todas as mães ou futuras mães hão-de passar por uma situação em que entristecem com o desconforto do seu filho por ter o rabinho assado.

O meu já tem um ano e nunca teve propensão para tal. Mas recentemente, e após uma diarreiazinha, o rabinho ficou todo encarnado e só de passar os famosos toalhetes dodot, ele gritava. Bem, diga-se que agora grita cada vez que tem de mudar a fralda porque não quer estar deitado, no entanto nesta situação viam-se lágrimas! Partiu-me o coração!!! Por isso fui de imediato para a net pesquisar... Li de tudo! Desde colocar farinha maizena e deixar o rabinho ao ar (o que não é fácil dada a probabilidade de acidentes e o frio que está também não ajuda), a passar um algodão com chá de camomila. Mezinhas não faltam!

Por mim, retirando o comum e que me parecia mais lógico de todas as leituras, cheguei a uma receita que me parece ideal. Ao fim de uma noite já estava melhor e depois de 2 dias quase bom!
Assim, apesar de saber que um post sobre rabinhos de bébés assados não será o mais apelativo, não pude deixar de escrever este testemunho para ajudar as mães que venham a passar pela mesma situação.

O que fiz:
-Deixei de usar toalhetes e voltei às compressas com a 1'eau da uriage (se era o indicado enquanto recém nascido, parece-me ideal para agora)
-Pus kilos de pomada (apesar de ter lido aqui e ali que não se deve colocar muita). O meu pensamento foi se tiver mais pomada, mantém a pele longe dos elementos ácidos e agressivos mais tempo.
-Fui alternando entre o Halibut Pomada e o Bepanthene. (O Halibut por ser cicatrizante e espesso o Bepanthene porque se trata queimaduras é ideal para assaduras)!

E pronto: Receita vencedora! Não mexo mais nesta equipa!!! Boa sorte a todas as que passarem pela mesma situação!

Dó.

*Foto: Google

24 outubro 2012

Será que o meu filho dorme de mais ou de menos???

Muitas mães se interrogam se o seu filho dorme o suficiente ou se as horas de sono são aquém do que deveriam ser. Eu pelo menos já me interroguei 30.000 vezes...
Por isso resolvi fazer um mini-post para ajudar as mães de primeira viagem que, como eu, se questionam relativamente a este assunto.
Devo, no entanto, e antes de ir mais além, dizer que cada caso é um caso, cada bebé é unico e especial e que todos têm hábitos e formas de estar diferentes. Depois de salientar bem isto para que ninguém fique alarmado (e caso até fiquem, o pediatra é fantástico para desdramatizar) deixo-vos com uma tabela do sono:


E não se esqueçam que há dias e dias e que em alguns estão mais excitados e noutros mais cansados! A regra matemática aqui não é dogmática!

Dó.
P.S: Boa sorte a adormecê-lo(a)!

02 outubro 2012

VIPs e crianças fizeram amigos entre os animais!

Este sábado, o Jardim Zoológico de Lisboa juntou várias figuras públicas e crianças no lançamento da campanha "No trilho da Ásia", que pretende sensibilizar a população mundial para a extinção de animais no sudoeste asiático.

O meu baby e eu estivemos lá! 
Eram 14h30 e as figuras públicas com filhos começavam a juntar-se. De pequenos a graúdos todos se mostravam entusiasmados por ir dar uma volta no jardim zoológico. Asseguro-vos que é programa para todas as idades! 
Depois das habituais fotografias precedidas pelas inúmeras entrevistas, uma volta no comboio que percorre o zoo fez a delícia de todos. Os 10 meses do meu pequeno não foram impedimento para que este visse tudo ao pormenor e dissesse inúmeras vezes "dá, dá, dá" ou "batata" a cada animal que via...





A seguir... a seguir deliciámo-nos com um fantástico catering que a pensar nos mais pequenos (apesar de não nos tão pequenos quanto o meu) até pipocas e mousse de chocolate tinha!








Mas o momento alto foi a recepção que o Avô Cantigas fez a todos os que participavam neste evento. Os mais velhos lembraram-se da infância. Os mais pequenos divertiram-se com a figura simpática que cantou duas músicas: uma feita para a campanha e outra... A famosa música do Avô cantigas que ouvíamos em criança.


Importante, mesmo importante: saber que o sudeste Asiático é um dos sitios da terra onde se encontra maior biodiversidade. Tigre-de-sumatra, Dragão-de-komodo e Orangotango são algumas das espécies conhecidas que aí habitam. Espécies que se encontram ameaçadas principalmente por comércio ilegal,  perda de Habitat, poluição e espécies invasoras. Tomar consciência deste problema já é óptimo. Quem quiser ir mais além pode dar um contributo monetário. Todas as informações estão disponíveis aqui.

Ah... no fim ainda dei uma voltinha na Quintinha... Uma área onde as crianças têm contacto com animais de quinta e onde, através dos cartazes espalhados, podem aprender muito... O meu filho adorou ver os animais tão perto e o pónei adorou-o a ele!



Ora digam lá se ir ao zoo não é um bom programa?

Dó.


Deixo-vos com imagens de algumas figuras públicas que foram apadrinhar esta iniciativa (reparem que até um "leão" foi apoiar os tigres!)


Afonso e Rita Mendes | Isabel Figueiras | Andreia e Filipa Vingada, Leonor e Tiago

Costinha (com filho e amigo) e Avô Cantigas | Vanessa Palma e Matilde | Tecas Costa e Lopes, Carolina e Sara Kostov

*Fotos figuras públicas: gentilmente cedidas por Eventos n'área!

28 setembro 2012

Bolas, bolas, bolas... De sabão!

Se há coisa que faz as delicias de qualquer criança é um brinquedo tão básico quanto um frasquinho com água e detergente que faz bolas de sabão... Ficam horas a soprar e a vê-las voar... Claro que este brinquedo só deve ser dado a crianças com mais de 3 anos que tenham noção que não podem engolir aquele líquido mágico, mas a verdade é que tais bolas podem fazer soltar as gargalhadas a outros bem mais pequenos... O meu filho (que com dez meses não pode mexer neste brinquedo) adora ver as bolas subir e desaparecerem ao toque das minhas mãos...

E não é que as bolas estão sempre presentes na minha vida? De polka dots a bolas de sabão...

Bolas!



14 setembro 2012

Regresso às aulas


Aqui no dó, mi, sol ainda não há crianças em idade escolar, mas em conversa com amigos percebi que o transporte casa – escola e escola –casa /ATL pode ser um problema… Pensando no assunto percebe-se que os horários das escolas não são compatíveis com os horários dos empregos dos pais e que, muitas vezes, os avós que ficam com as crianças depois das aulas não têm condições para os ir buscar. Assim surgiu o tema do transporte escolar...

Entregar um filho a um desconhecido não pode ser fácil, é essencial que haja confiança e as opiniões acerca dos requisitos para uma empresa de transporte escolar eram unânimes. Após algum debate, a medalha de “escolha acertada” foi para a “Yellow”, que actua na área de Cascais e arredores. Uma dessas amigas já confiou a sua criança à Yellow o ano passado e está satisfeitíssima e outra já tinha pedido orçamento e diz que é o melhor que recebeu. 

Como não queremos que vos falte nada, aqui vai a nossa sugestão! 

Vejam tudo no facebook e na página da Yellow, aqui: 

http://www.facebook.com/pages/Transporte-Escolar-Bus-Yellow-Cascais/131910196895248 

http://transporteescolaryellowcascais.blogspot.pt/ 

Bom regresso às aulas,

Mi.

12 setembro 2012

O mês da independência traz os problemas de segurança!


Não sei se mal se bem, inconscientemente, não deixei, durante algum tempo, que o meu filho se libertasse... Gatinhar? Fora de questão! Quase não o punha no chão, já que tenho uma cadela e no jardim achava que a relva lhe iria causar irritações na pele. Andar? Isso era o que ele queria... (não dá para acreditar que o miúdo desde os 3 meses só queria estar de pé)... Mas o medo de que caísse, fazia-me não o incentivar!
Tive-o durante meses sempre em cima da cama ou do sofá. O controlo era apertado...

A natureza, todavia, é mais forte: o "picollino" já se põe em pé em 2 segundos (basta encontrar algum sítio mais ou menos estável para se agarrar). Depois, seguro de si, tenta andar de um lado para o outro... Para além disso, no jardim foge da toalha para a relva e avança rapidamente até à piscina ou até qualquer objecto que lhe sirva de apoio para ficar de pé...

Não é que tenha acabado o sossego, como muitas mães dizem, porque desde que ele nasceu nunca mais o houve!!! Mas é verdade que tudo o que se encontra a menos de metro ou metro e meio do chão vai ter de sair... Começaram as arrumações e as compras de todos os utensílios de segurança:
-Trancas para os armários (fecho segurança comprado no continente online cada por 4,99€)
-Protectores de segurança para as tomadas (conjunto 10 protectores de tomadas comprado no continente online por 3,99€)
-Cantos de borracha para todas as quinas de mesas etc (conjunto 4 protectores transparentes comprados no continente online por 3,99€)
-Rede na varanda para não passar entre os buracos (na verdade, esta já colocámos há uns meses) (comprada no AKI ao rolo... Há várias hipóteses diferentes e de preços distintos)

Já ninguém o agarra... Nem a cadela consegue dormir sossegada!!!

Para todas as que estão a passar pela mesma fase, boa sorte!

P.S: No outro dia fez uma linda... Pôs-se em pé agarrado só com uma mão, mas resolveu largar-se para bater palmas!






01 agosto 2012

Segurança, segurança, segurança... e se for gira, melhor!

Mais uma etapa, mais uma fase, mais coisas a escolher e decisões a tomar!
8 meses, quase 10 kg, altura nem sei (mas a última vez o pediatra indicou que estava no percentil 90) e muita curiosidade são elementos mais que suficientes para começar a tratar da cadeira do carro. O ovinho já é apertado, quente demais e não o deixa ir a olhar para a frente...

No entanto, comprar uma cadeirinha de carro não é fácil... As opções são inúmeras, os designs diversos e os mecanismos também. Ora, para encontrar um modelo e marca que achasse adequados parti de 5 premissas básicas:
-Segurança
-Segurança
-Segurança
-Facilidade de instalação
-Se possível que não fosse um "trambolho"...

Depois de muito ler e me informar com algumas Mães já mais à frente, pus de lado as cadeiras que vão até aos 12 anos. Dessas o que me indicaram é que não eram tão seguras e sim uma boa solução, por exemplo, para Avós com netos em idades diferentes e que assim podem adaptar consoante a criança que transportam.

Assim, reduzi a minha busca ao grupo 1 (cadeiras dos 9 aos 18 Kg - mais ou menos 9 meses aos 4 anos).

Faltava a marca... O meu carrinho era um daqueles trios Chicco e honestamente gosto da marca, sendo que é obviamente uma marca regulada e segura, no entanto a maioria conselhos iam de encontro às cadeiras Romer... Fui investigar e só li maravilhas... Do melhor que se pode ler e ouvir em termos de segurança... Inclusivamente, o ACP, do qual sou sócia tem essas cadeiras à venda... (Nota: mulher ao volante dá jeito ter ACP - no outro dia rebentou um pneu e eu esperei pela assistência em viagem enquanto dava papa, em plena auto-estrada do norte, ao baby! Nota 2: Quando digo mulher ao volante, claro que não é por achar que conduzimos menos bem, mas porque não estamos para trocar pneus, certo?) 

Encomendei no ACP, mas por acaso não havia a cor que na altura escolhi... Por acaso fiz mais uma busca na net e encontrei o site www.babyblue.pt onde são muito mais baratas...

Decidi! Vou encomendar a Romer King Plus... Acho que é uma boa escolha pela segurança, a facilidade de colocação e por não ser um "trambolho"...

Mas agora, agora que já não está ou ainda não está encomendada, assaltou-me uma dúvida: Que cor escolher? Já reduzi a estas 3... O que acham?


Boa viagem,
Dó!

23 julho 2012

Uma experiência subaquática... ou nem por isso!!!




De meses à adolescência, não conheço criança que não goste de animais... E para Pais que até gostam de filmes dos Wes Anderson ir ao Oceanário é sentirmo-nos dentro daquele submarino de "Um peixe fora de água", mas sem nenhum plano de vingança contra o "tubarão" e sim com um plano de "pura diversão e ver o tubarão"!!!


Os bilhetes não são os mais baratos do mundo (13 euros cada adulto, crianças até aos 3 anos não pagam... foi o meu caso. Para saberem mais informações e quanto vos sai este passeio podem ir aqui http://www.oceanario.pt/), no entanto também se percebe que sejam precisos mais que trocos para manter uma estrutura como a que se encontra na Expo e... acreditem... é uma tarde bem passada.

Mesmo com 7 meses, o meu pequeno não parou um segundo... até esqueceu a sesta e esteve acordado, bem disposto (sim, esta é a parte que se deve frisar), das 13h às 19h... Entre água azul, pinguins, pássaros marítimos, peixes, tubarões, algas, outros seres estranhos, biberões e mudas de fralda passaram-se horas de diversão num submarino bem assente na terra...



Ah... e onde encontrar melhor local para tirar umas fantásticas fotografias? Daquelas que não ficam esquecidas na máquina, no iPhone ou no computador... aquelas, sim, aquelas à antiga que são reveladas para figurarem numa qualquer moldura lá de casa!



Acreditem, crianças ou adultos, mais velhos ou mais novos... esta é uma experiência a não perder.


Boas navegações,
Dó.

P.S: Mesmo que não se compre nada, vale a pena espreitar a loja do Oceanário... tem algumas reliquias e é, no mínimo, um mimo!


18 julho 2012

Brincar? Mais???





Sabemos que os bébés são a melhor coisa do mundo e para as Mães ainda conseguem estar acima disso, mas sejamos sinceras: 24 sobre 24 horas é a loucura!!! É que eles são exigentes... pelo menos o meu é!

Quer atenção constante e brincadeira a toda a hora, mesmo quando está a cair de sono. Por mais brinquedos que tenhamos, eles pedem a atenção da Mãe (ou do pai, mas este tem menos paciência quando eles ainda só têm meses)! Por isso há alturas em que desesperamos a pensar "Brincar? Mais???"... Entreter um bébé de 7 meses não é pêra doce... No entanto, há algumas gracinhas que os deixam deliciados e são coisas tão simples como brincar com as mãos e os pés do pequeno... Até existem cantilenas...

Para as mãos: Dedo mindinho, o seu vizinho, pai de todos, fura bolos e mata pioooolhooooooossss! Ah... claro que convém na parte referente ao polegar aumentar a voz e fazer-lhe cócegas... É sucesso na certa.

Para os pés: Este porquinho foi ao mercado, este porquinho ficou em casa, este porquinho comeu carne assada, para este porquinho não sobrou nada e este porquinho foi a gritar até casaaaaaaaaaaaa! Mais uma vez a altura das cócegas e surgem as gargalhadas (as deles e as nossas)...

Bos brincadeiras,
Dó.