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13 maio 2015

É aquele tipo de marido... #1#

Olá, olá,

Como eu, a Dó, me encontro numa de rúbricas (sei lá deu-me para aí...) vou lançar uma nova, na mesma linha da anterior, ou seja, sem periodicidade ou obrigatoriedade! A anterior que ainda tem muito assunto e posts futuros é sobre o que não faz mal admitirmos enquanto mães (podem ver o primeiro post aqui e o segundo aqui).

Agora, apetece-me dissertar um bocadinho sobre outra coisa que também interessa muito às mulheres. Ah... para os homens também pode ser uma boa leitura, sempre dá para se identificarem! E este assunto é... é... é... Os MARIDOS ou melhor o TIPO DE MARIDOS (cabe aqui também os ex-maridos)!


O MARIDA

O Marida é um tipo de marido raro, diria mesmo em vias de extinção e ainda agora apareceu no seu habitat. O marida, como o nome indicada, é um marido no feminino. Ou seja, um homem que consegue quase, quase pensar como a mulher! O marida preocupa-se com a limpeza da casa e ajuda a limpar ou limpa sozinho por auto-recreação, em vez de vociferar apenas que está sujo. Faz o jantar duas a três vezes por semana (não sendo este critério de desqualificação... Coitado pode não ter jeito para cozinhar, aliás há mulheres que não têm). Ele sabe o horário, calendário escolar dos filhos e onde está arrumada a sua roupa. Este tipo de companheiro preocupa-se com o bem-estar dos outros à semelhança das mulheres, conseguindo quase ter no seu ADN o espírito de sacrifício próprio do género que carrega durante 9 meses a descendência. Aliás, muitos Maridas ficam de tal forma solidários com as mulheres grávidas que chegam a ter sintomas por simpatia! É comum, quando estão em estado de graça, ouvi-los dizer  num jantar "Temos de ir embora porque estamos muito cansados" ou explicarem a uma amiga já mãe as dificuldades da gravidez... Coitados deles e das suas mulheres que são os primeiros a estarem grávidos no mundo!
Este tipo de maridos é muito apreciado e até invejado... Reparem que para quem está de fora parece o paraíso. Eles tratam de tudo, estão presentes em tudo, cavalheiros e preocupados... Eles são solidários, amigos e companheiros. Todavia não existe nenhuma moeda sem duas faces, pois não? Onde fica a química? O papel masculino? A luta que mantém a chama de uma relação acesa? Os Marida estão fadados a tornarem-se os Amiga!!! Ou talvez não... Se a mulher for O MULHER!

O meu não me parece que seja... E o vosso é Marida?
Dó.


21 novembro 2013

O vídeo que deixou as mulheres arrepiadas e os homens de cabelo em pé!

Quem ainda não viu o vídeo sobre o mais criativo pedido de casamento do mundo? Para quem não viu tem aqui a hipótese de ver! Mas aviso desde já que se é mulher vai-se arrepiar, suspirar, sonhar e até, eventualmente, ficar com uma pontinha de inveja... Já se for homem vai ficar de cabelo em pé, provavelmente não vai ter paciência para ver até ao fim, vai achar bimbo e pensar "espero que a minha namorada/futura mulher, nova/mulher não veja isto!"

Sim, porque o pedido é fantástico, mas obrigou a muito pensamento e criatividade, a muito romantismo e emprenho e a bastante trabalho (para além de meios, produção e dinheiro)! Para as mulheres um sonho, para os homens "demasiado feminino, ridículo e bimbo" - dirão eles da boca para fora...

Um pedido único e irrecusável que só pode ser para um casamento que dure toda a vida! Já pensaram o que é por infortúnios da vida este casamento, que será com certeza de sonho (eles parecem ultra apaixonados e contentes), não resultar e alguém ser a seguinte??!!!??? OMG!

Gostei! Achei muito giro! Grande ideia!
Para quem for mulher e tiver ficado com um bocadinho de inveja, uma dica: Deixe-se disso! Ser pedida em casamento, mesmo que da maneira menos romântica do mundo, não deixa de ser romântico... É sempre uma prova de amor... Ou não andasse grande parte do universo masculino a fugir desta palavra como diabo da cruz!

Até ao próximo post,
Dó.


08 novembro 2012

Os homens e mulheres de 30 (e alguns) anos!!

Chegada aos 30 (e alguns) anos, não há quem não me pergunte se não tenho namorado e não existe amiga da Avó que não me interrogue sobre o facto de ainda não me ter casado. Ora, aqui vai uma descrição que espero explicativa de todas (ou algumas!) das circunstâncias que levam a esse facto.

Neste momento, encontro, à minha volta, dois grandes grupos: os/as desesperados/as por não terem responsabilidades e os/as desesperados/as por terem um retrato de família.

Os/as desesperados/as por não terem responsabilidades: muitas vezes já as têm e muitas - elevados cargos profissionais, filho ou filhos, normalmente todos de diferentes mulheres/homens (ainda que muitos dos desesperados tenham sido "engravidados" sem terem tomado conhecimento da coisa), responsabilidades sociais que têm mesmo que cumprir -, mas os corpos ainda exalam ao álcool dos desodorizantes dos 15 anos. Não conseguem/querem assumir responsabilidades de relacionamento seja com quem for - então quando a coisa até pode ter potencial para ser séria, fogem a sete pés!! -, mas a carne é fraca e, em todos os dias de noitada, as bebedeiras são de "caixão à cova" e dão uns beijinhos, claro!! Com quem, nem se lembram no dia seguinte.. Vivem nesta ilusão de tranquilidade e relaxe aparente, mas a verdade é que muitos/as deles/as não passam de seres carentes e inseguros, desejosos que alguém com mais coragem que eles tome a iniciativa de os encostar contra a parede.. para só assim cederem ao facto admitirem que até gostam de ter alguém constante ao seu lado!!


















Os desperados por terem um retrato de família: não querem saber de grandes responsabilidades.. aqui a ideia é arranjar alguém e ter filhos (sim, mais do que um e muitos de preferência!!), a mulher/marido ter um aspecto aceitável junto da sociedade em que se inserem e não ser muito contestatária/o. Se souber cozinhar terá, obviamente, pontos extras, mas que de nada lhe vale, porque tudo o que querem mesmo no sexo oposto vão buscar fora. Grandes noitadas só de homens ou só de mulheres costumam ser o mote necessário para começar o regabofe e, na maioria dos casos, nem a aliança sai do dedo. Os que não vão para o regabofe fazem de conta que nada se passa, apesar de muitas vezes saberem exactamente o que se passa, quando, onde e com quem.. Para quê entrar em conflito? Aqui a ideia é a de que têm a família perfeita e é isso mesmo que tem que passar para o exterior. Neste grupo também se inserem outros sub-grupos de desesperados/as: os/as por motivos económicos, os/as por motivos sociais, os/as por não terem habitação própria, os/as por quererem ascender a um qualquer "status", os/as por quererem cargos profissionais mais interessantes e até mesmo os/as só para dizerem que sim.



E, depois, há os/as desesperados/as solteiros/as porque não encontram aquele "alguém", que são um grupo totalmente à parte, mas já não tão grande como possa parecer. E estes, quando se encontram a este nível, são um bocadinho assustadores, para não dizer sufocantes ou stalkers!

A verdade é que hoje ser solteiro/a é, muitas vezes, simplesmente um statement ou uma opção (cada vez mais, diga-se!), porque nem todas as pessoas estão dispostas a abdicar dos seus valores (sejam eles bons, maus ou, simplesmente, rotineiros!) e, com a idade, os requisitos aumentam e, claro, a coisa só piora!!


Mas claro que também existem relações de AMOR e PAIXÃO verdadeiros, mas esses, na verdade, conto pelos dedos de duas - se não de uma - mão!!

Por fim, peço desculpa às pessoas que aparecem nas fotos, que nada têm a ver com isto (ou terão?!), a toda e qualquer mulher que se sinta "enfeitada" com este post e a todo e qualquer homem que se tenha passado a sentir "nú" .. É só uma descrição daquilo que é evidente e notório.. E apesar do(a) sol habitualmente ofuscar, eu gosto de ver as coisas como elas são.. sem filtros!!

sol.

*Fotos: Google e Facebook

11 outubro 2012

(Des)casamento de uma geração!

Conversa para aqui, conversa para ali. Meia noite e ainda ao telefone com uma das minhas grandes amigas um pouco mais velha que eu (já alcançou os 40 ou os novos 30, como se costuma dizer). Eis quando me diz: "das amigas da minha idade só uma ainda não se divorciou!"... Divorciou no sentido lato da palavra, queria ela dizer! Ou seja, tanto dava para casadas como para juntas (a mesma coisa, mas sem papel passado)!

E foi continuando: "Acontece mais depois de termos filhos... Deixamos de tolerar determinadas atitudes..."



Pus-me a pensar, agora que já sou Mãe de um bebé (LINDO) de 10 meses. Nisso ela tem razão, tornamo-nos menos tolerantes, mas daí ao divórcio ou separação ainda vai um passinho, ou não?

E os pensamentos foram vindo em escalada... Afinal porquê tal taxa de divórcios, afinal como é que a esta minha grande amiga só restava uma amiga que nunca se tinha separado? Aliás, ela própria vive sozinha com os filhos... Antigamente isto não era assim, pois não?

Será porque hoje em dia já não existe o estigma da separação (ou pelo menos não tão grande quanto era)?
Será por as mulheres se terem emancipado e já não dependerem do Senhor da Casa? Talvez, mas isto, com certeza, é só um dos factores!
Será por não compensar ao nível das finanças ser-se casado? Bem, em determinada altura, vários casais divorciaram-se por questões monetárias, mas continuaram juntos... E ainda por cima hoje em dia há quem não se divorcie porque meter estes papeis também sai caro!
Será porque as pessoas têm menos paciência? Para mim aqui está o factor chave! Não que pense que alguém deva viver infeliz e a "bater com a cabeça". Não! Acho que quem não está bem deve fazer por ficar melhor!
 
Penso, todavia, que nesta sociedade alucinante as pessoas têm tantas preocupações que, por vezes, deixam de se preocupar com o essencial, o AMOR! E se as chatices são grandes (às vezes nem assim tão grandes), a saída? Saltar fora!
 
Bem... deixo-vos com estes pensamentos que me assaltaram... Com estas dúvidas de respostas parcas... E na esperança que estejam muito felizes nas vossas relações, mas, acima de tudo, nas vossas vidas.

Dó.

P.S: Se tiverem outras ideias, não se imiscuam de partilhar!

* Foto: Google